quarta-feira, 11 de novembro de 2009

tudo diferente

Nome de uma música da Maria Gadú que eu tanto tenho ouvido ultimamente essa sensação faz parte de muitas coisas que vivi esse ano.
Ano intenso, de tantas mudanças, novidades, acontecimentos, crescimento, diferenças...pessoas novas, a força das antigas, relaçoes vividas intensa e rapidamente.
Hoje voltando pra casa, pensando nisso em como tudo tem mudado tão rápido e sempre com razoes, sempre pontualmente e sem me deixar desejando que fosse mais ou menos do que foi.
Lembrei dos meus três meses lá fora, das (tantas) vezes que chorei sozinha, que o consolo das lágrimas era feito internamente e ouvindo músicas, do vazio e da saudade contornados com uma força que nao me deixava esquecer o porque de ter me dado essa chance de mudar, o porque estava lá, o quanto tudo aquilo era único. E foi! E ninguém vai tirar o mérito disso, nem me fazer esquecer o que eu aprendi, cresci e superei ao lado de poucas pessoas pra quem eu podia me abrir.
Tudo me deu maturidade pra saber que chorar mais essa noite sozinha não vai me deixar mais triste ou mais feliz na vida, que não viver com a pessoa que eu amo não vai colocar em dúvida a grandiosidade do sentimento, que fazer as coisas com calma e confiança vai me mostrar mais uma vez que eu sou capaz de tudo! Que eu posso tudo, assim como dois amores verbalmente me disseram uma vez e que eu fui capaz de comprovar, porque até as minhas lágrimas mais tristes tiveram toda minha dedicação, assim como tudo aquilo que realmente me importa.

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