quarta-feira, 28 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
pés cansados - sandy
Fiz mais do que posso
Vi mais do que agüento
E a areia nos meus olhos
É a mesma que acolheu minhas pegadas
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados voltam pra você... pra você
Eu lutei contra tudo
Eu fugi do que era seguro
Descobri que é possível viver só
Mais o mundo ser verdade
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados voltam pra você... pra você
Sem medo de te pertencer
Volto pra você
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmo pés cansados voltam pra você
Meus pés cansados de lutar
Meus pés cansados de fugir
Os mesmos pés cansados voltam pra você
Vi mais do que agüento
E a areia nos meus olhos
É a mesma que acolheu minhas pegadas
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados voltam pra você... pra você
Eu lutei contra tudo
Eu fugi do que era seguro
Descobri que é possível viver só
Mais o mundo ser verdade
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados voltam pra você... pra você
Sem medo de te pertencer
Volto pra você
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmo pés cansados voltam pra você
Meus pés cansados de lutar
Meus pés cansados de fugir
Os mesmos pés cansados voltam pra você
quarta-feira, 7 de abril de 2010
naquela rua.
não foi a primeira vez que tive essa sensação.
todas as vezes que passar por aquela rua, talvez até o fim dos dias,
eu vou me lembrar!
daquela tarde, daquele beijo de despedida, daquela conversa, dos presentes, das lágrimas, do abraço.
do divisor de águas que foi tudo isso.
de tudo que deixaria aqui e tudo que veria de novidade pela frente.
foi ali que eu comecei a ser mais diferente, a querer um tanto a mais, a lutar por mudanças internas com unhas e dentes.
foi ali que minha memória guardou seus ultimos pedidos de desculpas e lágrimas culpadas,
o seu amor profundo,
e também, nossas promessas de um amor futuro, eterno.
todas as vezes que passar por aquela rua, talvez até o fim dos dias,
eu vou me lembrar!
daquela tarde, daquele beijo de despedida, daquela conversa, dos presentes, das lágrimas, do abraço.
do divisor de águas que foi tudo isso.
de tudo que deixaria aqui e tudo que veria de novidade pela frente.
foi ali que eu comecei a ser mais diferente, a querer um tanto a mais, a lutar por mudanças internas com unhas e dentes.
foi ali que minha memória guardou seus ultimos pedidos de desculpas e lágrimas culpadas,
o seu amor profundo,
e também, nossas promessas de um amor futuro, eterno.
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