terça-feira, 24 de junho de 2008

Adoro uma bobeira
uma palhaçada
uma palavra à margem
uma idéia engraçada
uma sacanagem
adoro a surpresa da piada
um indecência boa
adoro ficar à toa fazendo trocadilhos obscenos com sexo.

Adoro o que não tem nexo
e por isso faz rir
adoro a bobagem pueril
a coisa que não tem rumo
que de repente me escolhe e me olha.

Preciso da besteira para obter a glória!

Elisa Lucinda, genial, acho que tentava me descrever ao fazer esse texto.rs


é isso, quero uma boa bobagem, uma risada solta, uma bobeira, uma sacanagem, quero rir, rir e rir!

alguém me acompanha?!

domingo, 22 de junho de 2008

Impressionanente, eu tava pensando, a Mayra sempre tem razão mesmo..hahaha...é que eu tava pensando no que ela me disse outro dia: "as pessoas de fora, acham que porque é um casal de meninas elas não precisam de tempo a sós, tem a impressão de que são apenas amigas e não um casal que quer seus momentos de intimidade e espaço".

Isso é uma realidade e cabe as duas partes do casal saber ter esses espaços e momentos a sós, não deixar a relação virar amizade ou ter apenas características disso. Tem milhões de atividades possíveis de se fazer com qualquer amiga, qualquer pessoa, mas em muitas delas a vontade é apenas de fazer com quem se ama.

A falta dessas coisas proporciona vazio.

sábado, 14 de junho de 2008

Minha mãe é uma escrota,
julga pessoas que nem conhece, julga a mim, pessoa que ela criou, como incapaz de fazer qualquer coisa, inclusive de levar meu irmão ao parque de diversões.
Ela deposita em mim todas as suas frustações e incapacidade de ser feliz por completo, me desestimula das coisas que quero pra mim, me põe pra baixo.
É egoísta ao ponto de não deixar meu irmão se divertir comigo apenas pra não dar o braço a torcer.

E faz com que eu fique e queira ficar, cada vez mais longe dela.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

E ai a sua cabeça tem um monte de coisas, o seu coração um monte de sentimentos e como numa receita nada saudável isso tudo se mistura, bate bem e acaba passando pro seu estômago em estado de mal estar e queimação.

e as minhas expectativas são o que mais resultam nisso tudo.

domingo, 1 de junho de 2008


Alguém poderia ter me ensinado a ser um pouco menos maleável, um pouco menos doce, um pouco mais firme, um pouco mais egoísta e egocentrica. Pra que em horas como essas, em que duas vezes seguidas eu tentei agradar duas pessoas essenciais pra mim, os programas que deveriam ter sido ótimos e gostosos não acabassem em briga e lágrimas.


E certas vezes eu não bato o pé em determinada coisa porque quero ser chata ou por não querer fazer a vontade dessas pessoas. Mas sim, pra tentar lembrá-las de que eu também tenho meu lado nas situações, também tenho meus sentimentos e meus limites.


Isso muitas vezes é esquecido. Na maioria das vezes eu só ouço desejos ao invés de perguntas como: O que você quer? O que você deseja? O que te deixaria feliz agora?


Sim, eu também aceito um tanto de bons tratos, carinho e palavras doces. Também quero as minhas vontades um pouco feitas pelos outros, um pouco respeitadas, um pouco valorizadas.


É terrível chegar em casa com a sensação de que só tentou coisas boas de coração, mas só voltou com ele amarrotado.


Acho que eu também mereço um pouco de coisas boas, uns sorridos proporcionados, umas emoções, uns agrados.