quinta-feira, 22 de março de 2012

- What would you do if came to Brazil???
- I would pick you up at the airport!!

And it´s going to happen, so soon!!! =)
Há quanto tempo esses fantasmas não me afligiam. Na verdade os de agora nunca foram vistos por mim antes. Dois amores, duas pessoas completamente diferentes e tão cheias de graça pra mim.A escolha que deveria ter sido dificil, foi fácil e até certo ponto pratica, um tanto quanto racional. Agora o medo de arrependimento aparece sem dó.

Será isso medo ou ainda mais egoismo querendo impedir que ela se vá?
Será que meu medo é só um sintoma da minha falta de culpa? Da minha falta de sofrimento nunca antes sentida?

E mais uma vez é só o tempo que vai dizer. Tempo, vivências, destino.

Por fim, acho que vai ser mais dificil te deixar ir porque eu escolhi do que se a escolha tivesse sido sua.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

E ainda me impressiona o quanto você que era tanto pra mim virou vazio, vácuo, pó, escuridão. Tento lembrar de coisas e minha memória é como se fosse um HD queimado, não mostra nada.

Vai entender...o que foi e o que está por vir!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Medo

E todo o meu medo, é o de falhar denovo. De mais umav ez as coisas não irem a diante e tantos sonhos e promessas ficarem largados no caminho.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Se não agora, quando?!

A música que diz tudo sobre esse meu momento...

Serei feliz quando juntar dinheiro
Der a volta ao mundo e mudar de emprego
Serei feliz quando estiver mais magro
E couber em qualquer roupa que estiver na moda


Serei feliz quando tiver respostas
Quando for famoso e me sentir seguro
Serei feliz quando ela for embora
Quando o meu país me parecer mais justo


Serei feliz quando a dor passar
Serei feliz em outro lugar
Serei feliz quando você ligar
A sorte é que tem sempre alguém pra me lembrar

Que agora é o futuro
Que eu andava esperando
Agora é o futuro
Se não agora, quando
quando, quando, quando?

Serei feliz quando eu tiver dezoito
Sair de casa e comprar um carro
Serei feliz quando aos trinta e poucos
Comprar a minha casa e a vida for mais clara


Serei feliz quando um verso meu
Te fizer chorar e perder a fala
Serei feliz quando eu abrir a porta
E encontrar os meus problemas arrumando a mala

Serei feliz quando o sol nascer
Serei feliz quando Deus quiser
Serei feliz quando merecer
Mas escrevo pelos muros
pra não me esquecer

quarta-feira, 2 de março de 2011

Amor desesperado

"No amor desesperado é sempre assim. No amor desesperado nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficamos arrasada quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmas criamos."
Comer, rezar, amar
Amor desesperado é algo que vamos criando com o tempo. No início a maioria das coisas tende a ser leve, empolgante, excitante. Com o passar do tempo, vem a necessidade de estar mais tempo junto, até que se torna o tempo todo e depois vira dependência. É quando se perde o controle das expectativas depositadas no outro e começam a surgir as decpeções, as implicações, as discussões, o desgaste.
Nada que não possa ser detectado logo de início e evitado.
Para isso é preciso ter uma mão no coração e outra na razão. Ponderar o que é drama e o que não é. Dar vazão a certos mimos e manhãs ou ser mais dura e evitar que isso se torne rotina.
Tudo depende de quanto se quer de drama ou não pra algo onde se busca apenas uma coisa em comum, ser feliz!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Medo

Ousei dizer palavras pesadas demais naquilo que deveria ser apenas a resposta de uma provocação. Algo com o qual estamos acostumadas, fazemos isso quase que diariamente. Nos zoamos, tiramos sarro, alfinetamos o tempo todo. Mas eu disse o que não era preciso dizer, mesmo tendo consciência de que provocaria  certas reações. Não foi preciso nem um minuto para que eu começasse a pedir sinceras desculpas pela estupidez cometida e então diversos medos vieram assombrar minha cabeça. Me senti uma completa idiota e aquelas sensações antes tão conhecidas, voltaram a tomar conta de mim. Analisar a situação e ver que havia dito o que não deveria a quem menos deveria ouvir, ver que não medi palavras e estraguei tudo que ia tão bem, que droga, havia errado mais uma vez da mesma forma! A culpa, o arrpendimento e principalmente, o medo, afloraram. Medo de isso se tornar constante como já foi um dia no passado e que tanto fazia mal, medo de agir novamente dessa maneira, medo daquele silêncio magoado que se fez depois, medo de provocar um desmoronamento do meu novo castelo de areia que demorei ainda mais pra construir. Era como se esses medos todos estivessem ali dentro apenas cochilando, prontos pra assombrar novamente. Eu já não lembrava mais como era senti-los e não quero mais lembrar!