terça-feira, 17 de março de 2009

Pequeno Príncipe

Pela primeira vez li "O Pequeno Princípe", livro tão clássico que meu irmão ganhou de duas amigas minhas queridas e insistiu pra que eu lesse.

Eu que há algum tempo não estava conseguindo me concentrar em livro algum, finalmente me prendi à uma história, e que história. Sutilmente o autor coloca ali um monte de situações que devemos prestar mais atenção e perceber isso depende da vivência e repertório de cada um que lê a história.

De sábado pra domingo um trecho me fez parar pra pensar e me fez realizar um domingo diferente. Um domingo totalmente feliz =)

"Assim o principezinho, apesar da sinceridade do seu amor, logo começara a duvidar dela (da flor). Levara a sério palavras sem importância, e isto o fez sentir-se muito infeliz.
"Não devia tê-la escutado", confessou-me um dia, "não se deve nunca escutar as flores. Basta admirá-as, sentir seu aroma. A minha perfumava todo o meu planeta, mas eu não sabia como desfrutá-la. Aquela história das garras, que tanto me irritava, devia ter-me enternecido..."
Confessou-me ainda:
"Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado por seus atos, não pelas palavras. Ela exaltava perfume e me alegrava...Não podia jamais tê-la abandonado. Deveria ter percebido sua ternura por trás daquelas tolas mentiras. As flores são contraditórias! Mas eu era jovem demais pra saber amá-la"
pág. 33

3 comentários:

Luciana disse...

Não sei porque mas vejo semelhança em algumas partes.
;)
beijos!

Lulleka disse...

Hola Chica!!!

só pra dar oi...vou frequentar mai isso aqui...

bjosss

Camila disse...

A gente ama não as pessoas, mas seus atos. Não suas palavras, mas suas atitudes. Infelizmente às vezes nos confundimos.