Desde quando comecei a ver as chamadas para a minisérie Maysa o rosto daquela mulher me instigou, me interessou, me deixou levemente perturbada por não saber quem ela me faz lembrar. E agora, assistindo quase sem piscar, a cada episódio, prestando atenção em cada feição dela posso afirmar que me lembra um pouco até eu mesma, não fisicamente, claro. Mas também um ou outro traço, uma ou outra atitude ou gesto, me fizeram recordar um pedacinho de cada uma das duas mulheres que eu mais amei na vida e que mais me ensinaram.
Só que ainda faltam coisas a lembrar ou a pessoa que eu procuro nas lembranças ainda não existe??
3 comentários:
Oi, Carol!
O blog da Nath me trouxe até a sua página (muito boa!)
Sobre a Maysa: fortes essas suas reminiscências, hein? E a Maysa também. Essa mulher não existiu (“Um artista deve fazer com que a posteridade pense que ele nunca existiu" - Gustave Flaubert).
Eu sei que viver é um livro de esquecimento, mas, te peço, dá uma passadinha nos meus blogs também, tá?)
Beijo
oxenteeee...essa aí a sinhora tirou da nossa bíblia hein? kkkkk...bons fluídos atravessam o continente para você!! lhi amamus!!
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